Trilhas até Machu Picchu no Peru

Viagens pela América Latina por Roberto Farkas Bitelman

Desde sempre tive muita curiosidade de conhecer Machu Picchu, mas por falta de oportunidade – e talvez um pouco de preguiça de acampar por 3 dias – acabei nunca fazendo a Trilha Inca. Por relatos de vários amigos, sabia que era uma experiência bacana, mas sem nenhum conforto.

Eis então que conheci as 2 alternativas da Mountain Lodges of Peru, uma empresa que construiu e opera há 11 anos refúgios de luxo na montanha, sempre com o objetivo final de chegar em Machu Picchu.

Machu Picchu
Foto: Divulgação

A Mountain Lodges está ainda, pelo 2º ano consecutivo, entre as 10 melhores operadores de turismo do mundo, segundo a Travel & Leisure.

A primeira delas, Trilha de Salkantay, é perfeita para os verdadeiros amantes das caminhadas.

São 7 dias caminhando de um refúgio a outro (entre 4 e 6 horas por dia), passando por cenários naturais incríveis e visuais de picos nevados. Depois do esforço físico, desfrutamos sempre das recompensas: piquenique incrível no meio do dia, quartos confortáveis, ótimo banho, hidromassagem ao ar livre, massagens, sem falar no prazer da superação pessoal.

Lago Humantay, na Trilha de Salkantay
Foto: Divulgação

Fora algumas bolhas no pé, a sensação de chegar em cada um dos refúgios no final do dia é indescritível: missão (do dia) cumprida!

Salkantay Lodge
Foto: Divulgação

Dois anos depois de fazer este roteiro em Salkantay, fui conhecer a Rota de Lares e Vale Sagrado, no mesmo padrão. Esse é um roteiro para os gostam de natureza, caminhada e cultura. Mas querem uma alternativa mais flexível, podendo – diariamente – optar entre caminhadas mais ou menos puxadas e atividades culturais extremamente genuínas.

Huacahuasi Lodge
Foto: Divulgação

Dentro do mesmo grupo (que vai até 16 pessoas), cada um escolhe que atividade quer fazer naquele dia e o grupo pode se dividir, sempre com total apoio de ótimos guias e veículos, quando necessário.

No nosso grupo de amigos, cada um optava por uma alternativa diferente. E quando nos encontrávamos, no meio e no final do dia, as histórias eram ótimas, todos empolgados com suas escolhas e curiosos sobre as opções que os outros elegeram.

Piquenique durante uma trilha, na Rota de Lares
Foto: Divulgação

Neste roteiro, é possível escolher saídas de 5 ou 7 dias.

Outra característica que me marcou na Rota de Lares é que, mesmo sem deixar de conhecer os 3 principais sítios arqueológicos incas (Pisac, Ollantaytampo e Machu Picchu), passamos por campos e caminhos sem nenhum outro turista, vivenciando o modo de vida local, as tradições e os cenários únicos e pouco conhecidos do turismo convencional.

Atividade cultural na comunidade de Viacha, Rota de Lares
Foto: Divulgação

Tecelã encontrada na Rota de Lares
Foto: Divulgação

Dica: existem saídas em novembro e dezembro com desconto de 15% para clientes e seguidores Magari Blu!

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Administrador especializado em Comportamento do Consumidor, Roberto Farkas Bitelman está no ramo de viagens há 17 anos e seu trabalho é focado em destinos no Brasil e América Latina. Ë fundador do selo SUL Hotels, que reúne os melhores hotéis independentes da América Latina, e sócio dos restaurantes Le Jazz em São Paulo. Sua grande paixão é descobrir os melhores lugares para se hospedar, comer e visitar pelo nosso continente e é esse o assunto tratado por Roberto no Magari Blu.