Roteiro de viagem a Costa Rica e Nicarágua

Viagens pela América Latina por Roberto Farkas Bitelman

Esta é uma experiência muito legal que tive na América Central recentemente. Fiz uma viagem relativamente curta – 7 dias – juntando Costa Rica e Nicarágua.

Apesar de não serem países enormes, não recomendo tentar visitar muitas coisas diferentes se a viagem for curta e, sim, focar em alguns lugares e aproveitá-los bem. Por isso, os destinos que escolhi são facilmente conectados por terra e oferecem uma excelente combinação de floresta e rios termais, com praia paradisíaca.

Comecei a viagem pelo norte da Costa Rica, voando para Liberia. De lá, em 1 hora estava no Rio Perdido Hotel.

Rio Perdido Hotel
Foto: Divulgação

Apesar de pequeno (apenas 20 quartos), disponibiliza diversas atividades interessantíssimas: caminhadas, roteiros de bike, um spa incrível, atividades de aventura (rapel, tirolesa e afins) e, o grande atrativo, o rio termal que passa em frente a propriedade, com várias “piscininhas” quentíssimas, para curtir a natureza e relaxar profundamente.

Rio Perdido Hotel
Foto: Divulgação

Depois de bons dias de natureza e atividades, tomamos um carro, cruzamos a fronteira com a Nicarágua e chegamos num paraíso chamado Morgan’s Rock Ecolodge, bem pertinho da cidade de San Juan del Sur, no litoral sul do pacífico. Foram apenas 2 horas e meia (contando com o tempo de imigração) entre um hotel e outro.

Morgan’s Rock Ecolodge
Foto: Divulgação

O Morgans Rock é um conjunto de bangalôs estilosos e sustentáveis, quase todos debruçados no mar azul que banha a praia particular da propriedade, que é enorme.

Morgan’s Rock Ecolodge
Foto: Divulgação

Além da praia e de boas porções de mata (onde se pode cavalgar e fazer caminhadas), a propriedade tem uma fazenda em atividade, onde se pode tirar leite da vaca, colher produtos na horta orgânica e outros alimentos, que fazem parte do menu do restaurante.

Morgan’s Rock Ecolodge
Foto: Divulgação

A praia do hotel é calma e funciona bem para iniciantes no surfe (para os mais experientes, existem ótimas ondas em praias vizinhas) e oferece um cenário deslumbrante, com areia clarinha, mar transparente, morros e ilhotas.

O hotel tem apenas 16 bangalôs, mesmo número de cabanas de praia, que contam com poltronas e redes perfeitas para um merecido descanso.

*Como chegar?

Para voar do Brasil para lá, o melhor jeito é fazer conexão no Panamá, com a Copa Airlines, que tem voos para quase todos os lugares da América Central, incluindo Liberia, San Jose (capital da Costa Rica) e Manágua (capital da Nicarágua).

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Administrador especializado em Comportamento do Consumidor, Roberto Farkas Bitelman está no ramo de viagens há 17 anos e seu trabalho é focado em destinos no Brasil e América Latina. Ë fundador do selo SUL Hotels, que reúne os melhores hotéis independentes da América Latina, e sócio dos restaurantes Le Jazz em São Paulo. Sua grande paixão é descobrir os melhores lugares para se hospedar, comer e visitar pelo nosso continente e é esse o assunto tratado por Roberto no Magari Blu.