Pantheon

Uma das razões pelas quais Roma é uma das cidades mais fascinantes do mundo é a mistura das construções da época do Império Romano com prédios de 1500 e 1600, restaurantes, bares e lojas de hoje em dia. Tudo se encaixa numa harmonia como em nenhum outro local.

E uma das maiores heranças que os romanos antigos nos deixaram é o Pantheon – que eu recomendo a visita a todos que vão a Roma.

Não é do tipo “viu uma vez, está visto”. Eu já entrei ali dezenas de vezes e sempre me pego com o queixo caído olhando para cima, pequenininha diante da grandeza de uma construção tão antiga.

O Pantheon
Foto: Reprodução

Para se ter uma idéia, entre 118 d.C. e 128 d.C., o Pantheon já estava sendo reconstruído por Adriano após um incêndio.

Inicialmente era o templo de todos os deuses, onde eram venerados os deuses gregos do Olimpo.

No século VII, contudo, o Pantheon foi transformado em igreja católica, a Santa Maria della Rotonda (ou Santa Maria ad Martyres), de modo que as estátuas dos deuses gregos foram substituídas por imagens de santos e de Nossa Senhora.

A cúpula do Pantheon chama a atenção pelo buraco redondo que traz em seu topo, por onde entra a luz do sol. É um espetáculo à parte.

A cúpula do Pantheon
Foto: Reprodução

Diz a lenda que fora projetada de forma que a chuva não entrasse lá dentro pelo buraco na cúpula. Porém, sinto dizer, não é verdade! A chuva entra sim (eu mesma já conferi), mas escoa por buracos tipo “ladrão” espalhados pelo piso, que muitas vezes passam despercebidos.

E fazendo parte da mistura a qual me referia, o Pantheon está em uma das regiões mais deliciosas de se passear do centro histórico de Roma, com incríveis restaurantes, sorveterias e lojas ali perto.

É parada obrigatória em Roma.