Magari blu ajuda: 5 dicas para planejar a parte aérea da viagem

A parte aérea às vezes parece a mais simples a ser resolvida em um roteiro. Bastaria checar datas, horários, classes e preços. Entretanto, existem algumas dicas preciosas para que o fácil não se torne o perrengue da viagem.

Siga as instruções para arrasar pelos aeroportos mundo afora:

– Antecedência

As tarifas aéreas são extremamente voláteis e a oferta e a demanda regem as constantes alterações de preços. Portanto, via de regra, quanto maior a antecedência, melhor negócio – salvo quando as companhias soltam as suas promoções, que são difíceis de prever.

Uma antecedência de 6 meses para voos internacionais é um ótimo prazo para conseguir bons preços.

– Round trip

As chamadas “round trips”, voos que têm o aeroporto de partida o mesmo de retorno, têm valores mais em conta. Isso significa que se eu partir de Guarulhos para Roma e de Roma para Nova York o valor será superior do que se o retorno fosse diretamente para Guarulhos, meu ponto inicial de embarque.

A mesma regrinha funciona para voos de ida e de volta operados pela mesma companhia. Quem voa com uma companhia aérea na ida e outra na volta paga mais caro do que quem faz a “round trip” com a mesma empresa.

– Conexões

Para emitir o aéreo em casos em que uma ou mais conexões são necessárias, não podemos bobear quanto ao tempo de conexão. Atentar-se, inclusive, para diferenças de fuso horário.

Para fazer a troca de avião num voo internacional sem stress, o mínimo recomendado é de 1 hora e meia. Melhor ainda, 2 horas.

Muita gente escolhe a opção de voos com 50 minutos ou 1 hora de conexão para não ter que ficar depois muitas horas aguardando o próximo voo. Mas isso é arriscado e a opção mais segura é sempre a mais recomendável, sobretudo em voos internacionais – levando-se em conta a fila da imigração, procedimentos de segurança e deslocamento dentro dos aeroportos.

– Bagagem

No check in, certifique-se que se será necessário retirar as malas no destino de conexão ou somente no destino final.

Pegar as malas diretamente no destino final ajuda bastante a não ter correria, principalmente quando é preciso passar pela imigração na conexão.

– Aeroportos

O ponto forte dos aeroportos é que eles são planejados para que qualquer passageiro, de qualquer nacionalidade, entenda suas sinalizações.

Não é necessário estudar o mapa dos aeroportos com antecedência, pois chegando lá, facilmente você irá se situar. Ainda que seja um aeroporto gigante com muitos terminais.

Busque no painel o número do voo, localize o portão e siga as placas. Muitos aeroportos sinalizam até quantos minutos se leva até lá e pessoas credenciadas sempre estão dispostas a dar informações.

No stress no aeroporto - foto (reprodução)-2

Foto: Reprodução

– Mala de mão

Organize sua malinha de forma funcional. Carregue consigo somente o que será realmente necessário no aeroporto e durante o voo. Deixe o resto para a bagagem, para não deixar sua malinha pesada à toa.

Não se esqueça de carregadores e nem de levar uma malha, ou pashmina, ou casaco… Sempre faz frio no avião.

Mantenha em local seguro e de fácil manuseio os documentos, como seu passaporte, além de dinheiro e cartões de crédito. Se possível, guarde os bens de valor e cartões de crédito em compartimentos distintos. Assim, em caso de perdo ou furto, não estarão todos juntos.

Dê preferência para uma mala de mão de rodinhas (melhor ainda, com 4 rodinhas), para não se cansar de ficar carregando nos braços ou nos ombros.

Boa viagem!

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Ana Maria Junqueira está sempre viajando pelo mundo. É editora do Magari blu, consultora em viagens e a embaixadora de viagens da Perrier no Brasil.