Galápagos: o paraíso natural do Equador

Viagens pela América Latina por Roberto Farkas Bitelman

Apesar de ainda não ser um destino muito visitado pelo viajante brasileiro, Galápagos é incrível para os amantes da natureza e da vida selvagem, e que não abrem mão de bons hotéis ou barcos, excelente serviço e um povo hospitaleiro.

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Tartaruga gigante, na estação de pesquisa Charles Darwin
Foto: Divulgação

Para conhecer o arquipélago existem, basicamente, 3 maneiras. A primeira é se hospedando num barco, o que dá mais dinamismo e também possibilita visitar, numa mesma viagem, diferentes e distantes pontos de Galápagos, que é formado por 9 ilhas principais.

Nesse caso, minha recomendação principal é o Yacht La Pinta, com apenas 24 suítes (isso mesmo, são suítes confortáveis e amplas, com janelões e que em nada se parecem com as tradicionais cabines de embarcações antigas), que terminou de ser construído em 2007, com áreas privativas e comuns super espaçosas. Os programas são de 3, 4 ou 7 noites.

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Yatch La Pinta
Foto: Divulgação

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Uma das suítes do La Pinta
Foto: Divulgação

A outra opção é se hospedar em uma das ilhas e aí recomendo ficar na Ilha de Santa Cruz, que é a principal. Lá você pode fazer uma série de atividades por ali e nas ilhas vizinhas, seja a pé, em barco, mergulho e muito mais. Além disso, é possível curtir o clima do centrinho da ilha, o Puerto Ayora, que é simpático, e onde estão restaurantes, bares, lojas interessantes e até algumas baladas.

Nesse caso, minha recomendação é o Finch Bay Eco Hotel. O hotel está a 5 minutos do centrinho mas, ao mesmo tempo, é meio isolado e com uma praia semi-privativa. É bem confortável, charmoso, com comida e serviço excelentes. E tem 2 barcos para day-tours, uma ótima pedida.

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Finch Eco Bay Hotel
Foto: Divulgação

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A piscina do hotel
Foto: Divulgação

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Quarto do Finch Eco Bay
Foto: Divulgação

E a terceira opção e, na minha opinião, a melhor delas, é combinar as 2 alternativas acima, passando 3 ou 4 noites em barco, e 2 ou 3 noites em hotel. Acredito que dessa forma é possível ter um bom contato com o povo local e suas características peculiares, mas também “entrar de cabeça” na natureza, nadando e mergulhando com as espécies mais variadas, passeando por ilhas longínquas e se deslocando diariamente.

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Leões marinhos durante passeio de barco
Foto: Divulgação

Boa viagem!

*Administrador especializado em Comportamento do Consumidor, Roberto Farkas Bitelman está no ramo de viagens há 13 anos e seu trabalho é focado em destinos no Brasil e América Latina. É fundador do selo SUL Hotels, que reúne os melhores hotéis independentes da América Latina, e sócio dos restaurantes Le Jazz em São Paulo. Sua grande paixão é descobrir os melhores lugares para se hospedar, comer e visitar pelo nosso continente e é esse o assunto tratado por Roberto no Magari Blu.