E depois falam do trânsito romano…

Sempre contei sobre o trânsito de Roma, com as vespinhas e os taxistas “especiais” como em mais nenhum lugar do mundo.

Mas olha, o trânsito de São Paulo não fica atrás. E não estou falando em engarrafamento.

O que mais me irrita pelas ruas aqui é que sempre tem um metido a malandrão que vem sei-lá-de-onde e joga o carro em cima do seu, numa pressão psicológica para passar na sua frente.

Eu não deixo. Pode bater no meu carro se quiser. É uma questão de honra. Só dou passagem para quem dá aquela hesitadinha e espera 2 segundos antes de passar. É, eu sei. Sou muito casca grossa no trânsito.

E me irritam também os motoqueiros. Não só porque eles estão por toda parte, andam a milhão, e ainda ficam te encarando, o que faz com que se desconfie que todos vão te assaltar.

O que mais me tira do sério mesmo com os motoboys de São Paulo é o fato que, além de tudo isso, eles ainda passam buzinando.

Parece que eles ficam com o dedinho a postos e quando estão bem na sua janela eles disparam a buzina. Olha só, motoqueiro: quando eu estou parada, no trânsito, no túnel… Você não precisa buzinar porque eu não vou sair dali tão cedo, ok?

Mas quer saber o que mais me dá nos nervos mesmo em São Paulo? Estar parada no trânsito, sem saída, engarrafada, e ser obrigada a ficar encarando um adesivo de família feliz no porta-mala do carro da frente…

Se levar totó não reclame.
Foto: Reprodução

Grrrr….!