Dicas de Bangkok

Vivendo na Ásia por Luiza Rodas

Tailândia: terra de cores, cheiros e sabores…

Um país repleto de opções para todos os gostos (praias paradisíacas, contato com a mata e cidades movimentadas), a Tailândia é sem dúvida um lugar para se explorar.

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Assim é Bangkok…
Floating market
Foto: Luiza Rodas

Começando por Bangkok, que está sempre viva e não para. Com trânsito intenso de carros e tuks tuks, Bangkok é uma cidade muito colorida. É marcada pela amabilidade dos tailandeses, maioria budista, que normalmente se cumprimentam nas ruas com um sorriso e mãos unidas em frente ao peito como sinal de respeito.

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Tuk Tuk
Foto: Luiza Rodas

Lotada de diferentes tipos de comidas de rua (vários carrinhos de frutas frescas, por exemplo) e também de restaurantes sofisticados, com vistas inesquecíveis dos “rooftops”.

São muitas as atrações culturais e os templos deslumbrantes, além da intensa nightlife –  Bangkok é uma cidade que vale a pena ser descoberta para quem gosta de explorar lugares diferentes. Para conhecer o básico, 3 ou 4 dias são suficentes.

*O que fazer?

Grand Palace

Um complexo de templos dos mais incríveis que já visitei! É enorme e é bom chegar cedo, antes de abrir (8:30h da manhã), porque sempre há fila na entrada! Foi construído em 1782 e por muitos anos serviu como residência para os reis e para a corte real.

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Grand Palace
Foto: Luiza Rodas

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Grande Palace
Foto: Luiza Rodas

A arquitetura do local é impressionante e cheia de detalhes. Uma vez lá, deve-se visitar o Wat Pra Kaew, um dos templos do complexo, que abriga uma imagem de Buda esculpida em um único bloco de esmeralda.

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Grand Palace
Foto: Luiza Rodas

Grand PalaceFoto: Luiza Rodas

Grand Palace
Foto: Luiza Rodas

Wat Pho

É onde fica o “reclining Buddha” ou Buda gigante deitado. Todo folheado de ouro, o Buda tem 46 metros de comprimento. É um passeio mais rápido do que o Grand Palace, e tem um jardim lindo, cheio de esculturas feitas de pedra e cobertas com porcelana esculpida.

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Buda Deitado
Foto: Luiza Rodas

Wat Arun ou Temple of Dawn

Logo em frente ao Grand Palace e ao Wat Pho descritos acima, o Wat Arun fica do outro lado do rio, e se chega por um barquinho. É uma torre bem bonita e cheia de detalhes exóticos esculpidos em porcelana. Subindo a escadaria, tem-se uma vista linda da cidade, e o pôr do sol da beira do rio é dos mais famosos de Bangkok.

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Wat Arun
Foto: Luiza Rodas

Ainda em frente ao Wat Arun, há como fazer o passeio de barco pelo rio e pelos canais. Dura mais ou menos 1 hora e você conhece bairros e casinhas à beira da água, onde vivem as pessoas locais.

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O passeio de barco pelo rio em meio às casas locais
Foto: Luiza Rodas

Floating Market

Os mercados flutuantes geralmente ficam fora da cidade de Bangkok e o mais famoso e turístico é o Dammoen Saduak. Uma atração super única e diferente: os vendedores passam vendendo frutas de dentro dos barquinhos e ao redor se vendem souvenires. É bonito de se ver o cenário colorido e movimentado.

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Floating market
Foto: Luiza Rodas

Começa bem cedo (normalmente se sai de Bangkok às 7h da manhã e fica a 1 hora da cidade), e acaba cedo também. Por volta de 11:30h os barquinhos já estão se retirando. Um pouco turístico demais hoje em dia, então costuma ficar cheio e os preços são bem acima da média local, mas é interessante conhecer.

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Floating market
Foto: Luiza Rodas

Chatuchak Market

Acontece aos finais de semana e é um mercado de rua onde se vende de tudo, desde plantas, roupas e objetos de decoração… à comida de rua, claro! Como o famoso Pad Thai (prato típico daqui a base de noodles e alguns temperos) ou o Mango Sticky Rice (uma mistura de manga com arroz feito com leite de coco, que fica deliciosa!).

Além das opções culturais, também vale a visita a Khao San Road, uma rua cheia de jovens e barzinhos durante a noite, com várias barraquinhas de souvenires e comidas locais. Vale a pena provar o sorbet de coco, servido no própria casca da fruta. O melhor que já tomei na vida!

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Khao San Road
Foto: Luiza Rodas

bangkok sorvete de coco

Sorbet de coco
Foto: Luiza Rodas

Para quem assistiu “Se Beber Não Case II”, o filme mostra cenas na famosa Soi Cowboy Road, uma rua de entretenimento adulto (seria o Red Light District daqui), com várias casas de “lady boys” (muito comuns em Bangkok), luzes neon por todas as partes e turistas de várias nacionalidades.

Para passear em um fim de tarde, e com tempo, tem o Asiatique, uma espécie de mercado bem bonitinho na beira do rio, que conta com vários restaurantes com comida ocidental, bom para quem já cansou da comida asiática! O marco do lugar é a roda gigante, que proporciona uma vista legal da cidade se o céu estiver limpo.

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Asiatique
Foto: Luiza Rodas

*Onde comer?

Sirocco e Sky Bar

O Sirocco é um caso a parte! Posso dizer que é o restaurante com a vista e experiência mais incrível que já fui! Fica no 63º andar do hotel Lebua, onde você já é recebido por uma pequena orquestra e janta com a vista indescritível de Bangkok.

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Sirocco e Sky Bar
Foto: Luiza Rodas

Exatamente ao lado do restaurante fica o Sky Bar, um pequeno bar redondo em torno do qual vários turistas se aglomeram para apreciar a vista. A vista é a mesma, mas se você quiser apreciar a noite, o Sky Bar é um pouco cheio e turístico demais para isso.

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Sirocco e Sky Bar
Foto: Luiza Rodas

Onde encontrar:
www.lebua.com/sirocco

Long Table

Fica no 25º andar de um hotel e também tem uma vista legal da cidade. A comida é thai, e vale a pena experimentar!

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Long Table
Foto: Luiza Rodas

Onde encontrar:
www.longtablebangkok.com

KuDeTa

Com o mesmo conceito do restaurante da mesma rede em Cingapura, o KuDeTa conta com um bar, um restaurante e um club. O restaurante é japonês mas com um toque ocidental. Pode-se escolher à la carte ou uma mesa com degustação oferecida pelo chef.

Onde encontrar:
www.kudeta.com/bangkok

*O que levar? 

Brasileiros não precisam de visto para entrar no país, apenas precisam tomar a vacina contra a febre amarela antes de vir, e chegando têm direito a permanência por 90 dias como turistas.

Bom lembrar que para visitar os templos é preciso estar com roupas que cubram os joelhos e os ombros! E é considerada falta de respeito tocar a cabeça dos monges ou apontar a sola dos pés para a imagem de Buda.

*Leia aqui mais dicas de Bangkok!

Luiza Rodas é formada em Relações Internacionais pela PUC/SP e ama viajar. Atualmente trabalha como modelo na Ásia e sempre que pode está rodando pelo continente para descobrir novidades. Ela conta aqui no Magari blu as suas impressões sobre a vida na Ásia, além de dicas valiosas e práticas para os viajantes.