Como escolher a melhor mala de viagem?

Mala de viagem por Flávia Machado

Muita gente não gosta, não sabe ou simplesmente se desespera na hora de fazer as malas – normalmente, na última hora – e por isso, acabam levando mais do que precisam, levam itens que nem vão usar e só carregamos peso à toa.

Para cada viagem, como consultora de estilo, desenvolvo um planejamento com o cliente. A mala começa a ser feita primeiramente no papel, considerando a quantidade de dias e noites, o roteiro com as cidades, passeios, eventos e, principalmente, a previsão do tempo.

Mas aí de nada adianta separar todas as peças, se você se der conta que não tem uma mala adequada para o número de dias da viagem ou para o local para onde vai. O tamanho e o tipo da mala também devem ser bem pensados com antecedência.

Se for uma viagem com aeroportos, portos e/ou trens então, sem dúvida alguma, a mala deve ser do tipo de rodinhas, de preferência com 4 rodízios e do que giram 360º. Esse tipo de rodinha deixa a mala mais leve e mais fácil de puxar.

Foto: Reprodução

O interior da mala é tão importante quanto a mala em si. Se você é do tipo “exagerado(a)” – seja porque leva muita roupa, seja porque faz compras no destino -, prefira os modelos que tem um zíper extensor que aumenta o tamanho interno da mala. Recomendo fortemente as bagagens que têm as duas metades separadas, com compartimentos de tamanho igual. Organiza melhor as coisas e ajuda a caber tudo o que precisa caber sem amontoar.

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O ideal é termos em casa um jogo de 3 malas de tamanhos pequeno, médio e grande. Normalmente a pequena tem o tamanho permitido para ir no bagageiro da cabine dos aviões.

Em seguida, basta escolher se você quer uma mala de rodinhas de tecido ou daquelas rígidas que são feitas de plásticos bem firmes. Isso não significa que elas não quebrem nunca. Podem quebrar, sim, mas são as mais resistentes e o melhor: caso peguem chuva, não molha nada dentro da mala!

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Outra dica é ter em casa uma mala pequena para uma viagem de 2 ou 3 dias que não seja de rodinhas, que seja de tecido, daquelas bem “molinhas”. Elas são muito bem-vindas em viagens onde você não terá como arrastar sua mala de rodinhas, apenas carregá-la nos ombros.

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Por exemplo, se você for para alguma pousada no interior, com chalés distantes do local onde estacionou seu carro, as malas de ombro são as melhores. Ou se vai pegar carona com amigos e o carro já está cheio, as malas de tecido acabam se acomodando melhor no porta-malas e você não incomoda ninguém.

Por fim, as cores das malas. Quanto mais coloridas ou estampadas, mais fácil de localizar em esteiras de aeroportos ou saguões de hotéis.

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Mas se você é do tipo mais discreto(a), para evitar troca de malas, use fitas coloridas amarradas em uma das alças, além de preencher com seus dados pessoais o tag identificador de bagagem. Se sua mala não possui um, compre um porque são de extrema importância em caso de extravio de bagagem.

*Leia aqui mais dicas para sua mala de viagem.

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Flávia Machado é bisneta de uma profissional da alta costura e, desde criança, se encantava com os croquis, os tecidos, as cores. Formada em Propaganda e Marketing, trabalhou por mais de 15 anos em empresas de cosméticos, criando conceitos e produtos voltados para a beleza. Num processo de mudança interno, descobriu outra paixão. Hoje tem uma empresa de Consultoria de Estilo e segue levando beleza e autoestima a homens e mulheres de um jeito mais próximo e personalizado. Flávia se formou na London College of Fashion​ e na Oficina de Estilo. No Magari Blu, nos ajuda com suas dicas preciosas para viajar leve.